Calculadora de investimento DCA

Veja o que constrói investir todos os meses com consistência. Indique a sua contribuição mensal, durante quantos anos e o rendimento esperado — obtém o valor futuro, o total contribuído e a parte que veio de juros compostos.

Moeda
anos
%
Exemplos

Um plano padrão de reforma: 500 € por mês durante 30 anos a 7 %.

Valor final
€ 609.985
Total contribuído
€ 180.000
Ganho total
€ 429.985

Os juros compostos fizeram a maior parte — 70 % do valor final é crescimento puro. O seu dinheiro multiplicou-se por 3,4.

Apenas uma projeção — assume um rendimento mensal constante e não modela volatilidade, comissões, impostos ou inflação. Use como estimativa, não como garantia.

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Exemplos

Como funciona

Fórmula

FV=P(1+r)n1r+PV(1+r)nFV = P \cdot \frac{(1 + r)^n - 1}{r} + PV \cdot (1 + r)^n

Variáveis

FVFV

Valor final no fim do período

PP

Contribuição mensal

PVPV

Capital inicial (montante já investido)

rr

Rendimento mensal (rendimento anual ÷ 12, como decimal)

nn

Total de meses (anos × 12)

Capitaliza a sua contribuição mensal ao rendimento esperado / 12, mês a mês, e adiciona o valor futuro de um eventual capital inicial. Fórmula do valor futuro de uma anuidade. Assume que continua a contribuir o mesmo em qualquer mercado.

Perguntas frequentes

01Em que difere de uma calculadora de juros compostos?
Uma calculadora de juros compostos foca-se geralmente num montante único a crescer sozinho. O DCA coloca a contribuição mensal no centro — vai injetando dinheiro ao longo de décadas, cada euro tem uma janela de capitalização um pouco mais curta que o anterior, e o resultado soma todas as contribuições mais os juros compostos de cada uma. Use juros compostos para um capital parado; use esta para contribuições regulares.
02Que taxa devo usar — 7 %, 10 % ou 12 %?
Depende do mercado e do cenário que quer modelar. Escolha uma taxa coerente com a sua carteira e região, e repita o cálculo com hipóteses conservadoras e otimistas. A calculadora assume uma taxa constante e não prevê retornos.
03Considera inflação, comissões e impostos?
Não — o resultado é uma projeção bruta, nominal. Para um valor real ajustado à inflação, introduza o rendimento esperado menos a inflação esperada. As comissões reduzem a rendibilidade efetiva; subtraia-as à taxa se quiser modelá-las. Os impostos dependem do tipo de conta e das regras locais, por isso esta calculadora não modela fiscalidade nem limites de contribuição.
04O que acontece se falhar um ou dois meses de contribuição?
Falhar alguns meses quase não mexe a agulha em horizontes de décadas. A fórmula assume contribuição constante, mas falhar 2 em 360 retira cerca de 0,5 % do total contribuído — e são tipicamente os meses extremos (primeiros ou últimos), com pouco peso de capitalização. Consistência ao longo de décadas pesa muito mais do que um histórico perfeito.
05Vale a pena usar uma taxa de retorno mais conservadora?
Sim. Use primeiro uma taxa que combine com a carteira que pretende manter e depois refaça a conta com um cenário mais prudente. É a forma mais útil de perceber se o plano continua sólido mesmo com comissões maiores ou anos de mercado mais fracos.

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